Receita de publicidade on-line cresce 22%

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Com mercado publicitário estável, receita online acumulada até agosto cresce 22% na comparação com mesmo período de 2008.

A internet lidera o crescimento da publicidade brasileira no acumulado até agosto em um setor marcado pela estabilidade, segundo dados divulgados pelo Projeto Inter-Meios.

A receita publicitária online chegou a 156,6 milhões de reais em agosto, aumento de 25% em comparação aos 127,9 milhões registrados no mesmo mês de 2008.

Se considerarmos a receita publicitária registrada nos oito primeiros meses de 2009, o crescimento da cifra é de 22%, partindo de 449,1 milhões de reais em 2008 e atingindo 550,6 milhões de reais neste ano.

Com o aumento, a internet se posiciona como mídia que mais cresce em um mercado publicitário estável – se considerarmos todos os veículos, a cifra gasta em 2008 é idêntica à registrada neste ano: 13,3 bilhões de reais.

Na comparação com o desempenho de outros veículos até agosto, a internet aparece na liderança, seguida pela publicidade em mídia externa (crescimento de 11,3% comparado a 2008), rádio (6%) e televisão (2,5%).

TV por assinatura (queda de 1,9%), cinema (-6,9%), revista (-9,6%), jornal (-11,2%) e guias e listas (-21%) aparecem como os setores cujas receitas publicitárias encolheram na comparação entre 2008 e 2009, segundo o Inter-Meios.

Se considerarmos a participação de cada meio no acumulado até agosto de 2009, a televisão mantém sua folgada liderança, responsável por 60,1% do setor, seguida por jornal (14,9%) e revista (7,2%).

A internet respondeu por 4,1% dos investimentos publicitários e ocupa a quinta posição, próxima do rádio (4,5%).

Fonte: IDGNow

Pesquisa: O clique continua Irrelevante

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Uma pesquisa efetuada pela ComScore, empresa especializada em medição da audiência na web, confirmou seus dados de 2007 que os banners têm o mesmo impacto quando não são clicados. Na verdade, os internautas que não clicam nas campanhas são os maiores responsáveis pelas visitas e pelo tráfego nos sites das categorias e dos produtos anunciados no universo on-line.

Para espanto de muitos, concluiu-se através da pesquisa, que o clique não é o ponto crucial na eficácia das campanhas na web. No mês passado a comScore publicou os resultados atualizados que concluiu que os cliques são irrelevantes. Além disso, o número de clicadores natos, diminuiu pela metade nos últimos 2 anos saltando de 32% para 16%.

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E-mail marketing: Bom senso e alvo certo

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Na era da informação digital, muito de nossa rotina se define por horas a fio conectados à internet e antenados nos e-mails. E no meio destes, não é exagero dizer que dezenas tratam-se de propagandas ou spams. E quase sempre deletamos, se não todos, grande parte deles.  Nesse sentido, pode-se constatar que há algo errado. Não com os que excluem esses e-mails, mas sim com a estratégia de marketing de muitas corporações e a utilização dos e-mails para essa tarefa. Segundo o Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de

Segurança no Brasil (CERT.br), mantido pelo CGI.br, em janeiro de 2006 foram reportadas espontaneamente 286,7 mil mensagens não solicitadas, número 46% superior às notificações recebidas no mês anterior. No total, em 2005, foram enviadas ao CERT.br 2,4 milhões de reclamações de spam.

Analisando os números acima, pode-se constatar que o volume de  mensagens indesejadas via e-mail só aumenta, acarretando desconforto para os destinatários e problemas para os departamentos de TI, que tem de gerenciar fluxos enormes de e-mails em seus servidores.

Pensando na solução, podemos apontar dois fatores: o primeiro é que este número sofreria uma queda considerável se os e-mails marketing fossem enviados a uma lista customizada e não apenas disparados sem nenhum trabalho de definição de público. Outro ponto é a diminuição do atrito existente com a área de TI: uma vez que o número de e-mails é reduzido, a solução torna-se segura e não prejudica o funcionamento dos servidores e redes, tanto de quem recebe, como de quem envia.

Ao optar pela utilização do e-mail marketing, o empresário deve ter consciência do público para o qual está falando. Atualmente, é possível encontrar no mercado ferramentas que definem o perfil que será atingido. Por meio dessa “categorização”, obtém-se resultados por região, número de e-mails clicados, excluídos, além de todo o acompanhamento das ações em tempo real, que geram relatórios e gráficos estatísticos. As ferramentas devem oferecer todo o respaldo para os departamentos de TI e de marketing das empresas que precisam de soluções eficientes e seguras.

As empresas devem moralizar suas ações de e-mail marketing. Muitas delas disparam informações para um mailing desatualizado, sem foco, e mensuram os resultados pelo toque do telefone. Se houveram dois retornos, o responsável acha que a ação surtiu efeito. Mas esquece dos outros milhares que não ligaram. Ou seja não existe uma mensuração real e concreta.

Outra possibilidade a considerar para agregar nessa tarefa é a terceirização do e-mail marketing. Essa alternativa possibilita que os departamentos de Marketing e de TI caminhem juntos, pois a empresa especializada nesse tipo de serviço possui toda a infra-estrutura e conhecimento necessários para o sucesso da ação.

Em resumo, o conceito do marketing define-se por levar ao conhecimento do consumidor um determinado produto ou serviço que lhe seja útil. Para isso, diversas tecnologias foram elaboradas. Teoricamente, elas facilitariam a tarefa daquele que oferece o produto. Mas, por incrível que pareça, elas estão sendo utilizadas de forma a jogar contra os dois mais interessados nesse jogo: o que vende e o que compra.

Fonte: Jump

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